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“Conversas de Copo na Mão” regressa em 2026 para promover debate sobre desafios do Douro
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“Conversas de Copo na Mão” regressa em 2026 para promover debate sobre desafios do Douro
A iniciativa “Conversas de Copo na Mão” está de volta com um novo ciclo de encontros dedicado à reflexão e à partilha de conhecimento em torno das grandes questões que marcam o presente e o futuro da região duriense. Reunindo especialistas, produtores, investigadores e comunidade em geral, este programa cria um espaço informal de diálogo, onde a proximidade de uma conversa descontraída se alia ao rigor científico e à experiência prática.
Ao longo de quatro sessões, serão abordados temas de particular relevância para o setor vitivinícola e para o território do Douro, desde os impactos das alterações climáticas até aos desafios da sustentabilidade económica e social das explorações agrícolas, sem esquecer as novas tendências de consumo e as perspetivas para o futuro da região.
O primeiro encontro deste ciclo terá lugar no dia 18 de junho, às 18h00, na Casa dos Noura, e será dedicado ao tema “Alterações climáticas” e “Rega da vinha e eficiência hídrica”. Num contexto em que os fenómenos climáticos extremos e a escassez de recursos hídricos representam desafios cada vez mais significativos para a viticultura, esta sessão assume especial importância pela atualidade e pertinência das questões em debate.
“Conversas de Copo na Mão” | 18 junho: INSCRIÇÕES GRATUITAS
A conversa contará com a participação de Aureliano Malheiro e Hélder Fraga, docentes e investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), reconhecidos pelo trabalho desenvolvido nas áreas da viticultura e das alterações climáticas. Através das suas intervenções, os participantes terão a oportunidade de conhecer melhor os impactos das mudanças climáticas na produção vitivinícola e de refletir sobre estratégias de adaptação, nomeadamente ao nível da gestão eficiente da água e da rega da vinha.
O programa prossegue a 16 de julho, no Centro Interpretativo d’Olival ao Azeite D’Ouro, no Castedo, com a discussão do tema “Vinho sem álcool no Douro: ameaça à tradição ou oportunidade para a inovação?”. Segue-se, a 10 de setembro, uma sessão no Museu do Pão e do Vinho, subordinada à temática da “Influência do preço da mão de obra na sustentabilidade das explorações vitícolas durienses”. O ciclo encerra a 15 de outubro, na Porta de Entrada do Vale do Tua, em São Mamede de Ribatua, com uma reflexão alargada sobre o futuro da região do Douro.