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O segredo mais bem guardado do verão está em Alijó: Sons no Parque oferece seis concertos gratuitos de pura eletricidade
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O segredo mais bem guardado do verão está em Alijó: Sons no Parque oferece seis concertos gratuitos de pura eletricidade
O segredo mais bem guardado do verão está em Alijó. A 17 e 18 de julho, o Festival Sons no Parque regressa a Alijó com uma edição que promete afirmar-se como uma das mais fortes da sua história, onde o rock, o blues, o funk, o psicadelismo, o pós-punk e a experimentação sonora se encontram para criar uma experiência intensa, autêntica e memorável.
O grande destaque do cartaz é o regresso dos franceses Dätcha Mandala e dos norte-americanos The Last Internationale. A passagem dos Dätcha Mandala pelo festival em 2018 permanece como uma das atuações mais intensas da sua história. O trio de Bordéus regressa com a sua receita inconfundível de heavy blues, rock psicadélico, stoner e riffs monumentais, prometendo uma nova descarga de energia pura.
Depois de um concerto absolutamente arrebatador em 2023, The Last Internationale volta ao Sons no Parque para reencontrar um público que ainda hoje recorda a energia explosiva dessa atuação. Com uma combinação única de rock clássico, blues, hard rock e uma forte consciência social, o grupo liderado por Delila Paz promete voltar a incendiar o palco.
Quanto às novidades, um dos momentos mais aguardados será protagonizado por Ida Nielsen, considerada uma das melhores baixistas do mundo e conhecida internacionalmente pelo seu percurso ao lado de Prince. Membro da lendária New Power Generation e do trio 3rdeyegirl, a artista dinamarquesa traz a Alijó uma fusão contagiante de funk, soul, rock e world music, numa atuação marcada por virtuosismo, groove e uma presença magnética.
Diretamente de Austin, Texas, chega Jackie Venson, uma das guitarristas mais aclamadas da nova geração. A sua impressionante técnica, aliada a uma voz intensa e uma abordagem contemporânea ao blues, soul e rock, tem conquistado audiências em todo o mundo. Os seus concertos são conhecidos pela energia avassaladora e pela capacidade de criar uma ligação imediata com o público.
A representar a nova vaga britânica surge Opus Kink, um dos projetos mais excitantes da atual cena pós-punk europeia. Vindos de Brighton, trazem uma mistura explosiva de post-punk, jazz punk, cabaret, funk e influências latinas que já levou a crítica internacional a descrevê-los como uma das bandas mais originais e imprevisíveis da atualidade.
A fechar esta poderosa seleção de artistas está a banda portuguesa Travo, um dos nomes mais respeitados da cena alternativa nacional. Com uma sonoridade que cruza psych rock, garage e stoner, e atuações conhecidas pela intensidade quase visceral, o grupo promete representar da melhor forma a vitalidade do rock português contemporâneo.
Mais do que um festival, o Sons no Parque continua a afirmar-se como um ponto de encontro para quem procura descobrir artistas de culto, viver concertos sem filtros e celebrar a música num ambiente de proximidade rara entre público e músicos.
Num verão repleto de grandes eventos, Alijó volta a destacar-se no mapa nacional dos festivais, apresentando uma programação que reúne talento internacional de excelência, propostas emergentes e experiências ao vivo capazes de ficar na memória durante muito tempo.
Do pós-punk ao blues, do funk ao rock psicadélico, da virtuosidade de músicos que tocaram com Prince à energia de bandas que estão a redefinir o panorama europeu, o Sons no Parque prepara-se para oferecer uma das experiências musicais mais surpreendentes do verão português.